O que é risco a saúde, doença, surto, endemia, epidemia e pandemia x Aedes aegypti
O que é risco a saúde, doença, surto, endemia, epidemia e pandemia x Aedes aegypti
OMS tem estratégias globais para acabar com epidemias até 2030
Em setembro de 2015, foram acordados nas Nações Unidas os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) – aliança de países de todo o mundo que visa acelerar o progresso no combate às doenças infecciosas até 2030.
Esses resultados somente serão possíveis por meio de ações de intervenção em cinco pilares da saúde pública mundial:
- gestão intensificada de doenças
- quimioterapia preventiva
- ecologia e gerenciamento e controle de vetores
- serviços de saúde pública veterinária
- fornecimento de água potável e saneamento básico
Portanto, os livros que produzimos até o momento buscam o primeiro item da OMS, que é: gestão intensificada de doenças e ecologia e gerenciamento e controle de vetores.
Para que possamos entender a dinâmica da análise da OMS é necessárias essas informações sobre as estratégias que estão sendo empregadas a nível mundial. Pois, o nosso objeto de estudo (Aedes aegypti) está presente em mais de 130 paises;
Risco à saúde
São referentes a características pessoais, tais como história familiar, estilo de vida e outros. O objetivo da intervenção, neste caso, é a redução da mortalidade precoce através do estimulo à mudança de comportamento tidos como de risco.
O conceito de risco à saúde é definido por toda e qualquer possibilidade de que algum elemento ou circunstância existente num dado processo ou ambiente de trabalho possa causar dano à saúde, seja por meio de acidentes, doenças ou do sofrimento dos trabalhadores, ou ainda por poluição ambiental, podendo ser introduzida pelo ser humano por manipulação de vírus como foi o caso da COVID-19 ou mesmo facilitada a entrada ou possibilidade de novos vírus de risco à humanidade por metodologia aplicada hoje no controle ao Aedes aegypti pela OMS/OPAS/MS.
No caso de novos vírus que podem ser transmitidos pelo Aedes aegypti é um verdadeiro risco a saúde, pois representa um risco em potencial que diz respeito à possibilidade de ocorrência de um agravo à saúde, sem necessariamente descrever o agravo e sua probabilidade de ocorrência. É um conceito que expressa o juízo de valor sobre exposição em potencial a um possível risco.
Doença
Uma doença é uma condição particular anormal que afeta negativamente o organismo e a estrutura ou função de parte de ou de todo um organismo, e que não é causada por um trauma físico externo. Doenças são frequentemente interpretados como condições médicas que são associadas a sintomas e sinais específicos. Ainda para a medicina é considera como alteração biológica do estado de saúde de um ser (homem, animal, etc), manifestada por um conjunto de sintomas perceptíveis ou não, enfermidade, mal, moléstia. Ou seja, alteração do estado de espirito ou animo de um ser.
Em geral, a doença é caracterizada como a ausência de saúde, um estado que ao atingir um individuo provoca distúrbios das funções físicas e mentais. Pode ser causada por fatores exógenos (externos, do ambiente) ou endógenos (internos, do próprio organismo).
As causas são as mais diversas e podem ser desencadeadas por organismos patogênicos, tais como vírus e bactérias, por problemas genéticos, por fatores emocionais e, em alguns casos por fatores completamente desconhecidos.
Enfim, uma doença é um tipo de estado interno que bloqueia a saúde, significando isso que reduz uma ou mais capacidade (habilidades), levando-as a níveis situados abaixo dos índices de eficiência típica (CF. o artigo 1977). Segundo Boorse, a ideia de função equipara-se à idéia de contribuição para alcançar um alvo.
Existe uma doença que é pouca conhecida. A doença do peixe, é uma doença da urina ou doença de Haff é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes como o pacu, o tambaqui, o badejo e a arabaiana ou crustáceos (lagosta, lagostim, camarão). Quando o peixe não foi guardado e acondicionado de maneira adequada ele cria uma toxina sem cheiro e sem sabor, difícil de ser detectável a olho nú e pelo odor.
Surto
Aumento repentino de números de casos de uma infecção em um curto espaço de tempo. Ele não pode ser cíclico, ou seja, ele não pode acontecer sempre naquela mesma época do ano, todos os anos, O surto tem que ser uma coisa extraordinária uma novidade, algo que não tenha se repetido nos anos anteriores. Um exemplo o Sarampo era uma doença praticamente controlada no Brasil, não tinha quase nenhum caso anualmente em nenhuma região de nosso país, porém, em 2019 estivemos a gente teve um aumento repentino dos números de casos de sarampo em algumas regiões do Brasil, como em São Paulo. Então a gente considera o surgimento desses casos de sarampo como um surto, porque a gente não tinha casos de sarampo nos anos anteriores, pois de repente surgiu casos de sarampo em um curto espaço de tempo em algumas regiões do país.
Porque a gente teve um surto nesse momento? Porque o sarampo é uma doença facilmente controlada pelas vacinas que estão dentro do calendário de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), no Brasil. Porém, os avanços do movimento antivacinas, tem feito cada vez mais pessoas, parem de tomar vacina, parem de vacinar as crianças, uma atitude totalmente errônea movidas por fakes News. E isso né, essa diminuição da vacinação da população tem diminuído a proteção da população contra essas doenças que antes estavam controladas. Então é muito provável que esse movimento anti vacina se estabeleça com mais força entre a nossa população é muito provável que nos próximos anos a gente tenha surto de várias doenças que antes estavam controladas como vem acontecendo com o sarampo não só no Brasil, mas também em outras regiões do planeta.
Então, surto é um termo usado na epidemiologia para identificar quantidades acima do normal de doenças contagiosas ou de ordem sanitária.
O que é endemia
A endemia é uma doença de causa e atuação local. Ela se manifesta com frequência em determinada região, mas tem um número de casos esperado – um padrão relativamente estável que prevalece. Se houver alta incidência e persistência de doença, pode ainda ser chamada de hiperendêmica.
As doenças endêmicas são consideradas um dos principais problemas de saúde do mundo e preocupam governantes, em especial os que lideram países tropicais de baixa renda. A malária, doença infecciosa causada por protozoário do gênero Plasmodium, é um exemplo de endemia presente em mais de 100 países, incluindo o Brasil.
Outra questão importante sobre as doenças endêmicas é que elas podem se tornar epidêmicas se não controladas. Isto depende de vários fatores que vão desde mudanças no agente ou hospedeiro até transformações no ambiente.
O contrário também pode acontecer, como é o caso do novo Coronavírus. Recentemente a OMS declarou que a COVID-19 pode nunca desaparecer, tornando-se uma endemia e podendo impactar regiões específicas do planeta para sempre.
Exemplo: No Norte do Brasil, a Febre Amarela tem atuação frequente. Por isso, pode ser considerada uma doença endêmica.
Epidemia
Uma epidemia é quando ocorrem surtos em várias regiões. Ou seja, quando há ocorrência excedente de casos de uma doença em determinados locais geográficos ou comunidades, e que vão se espalhando para outros lugares além daquele em que foram inicialmente identificados.
As epidemias podem ser em nível municipal, quando existem surtos em vários bairros. Em nível estadual, quando são registrados surtos em várias cidades e em nível nacional, quando ocorrem em várias regiões do país.
Para definir quando uma doença pode ser classificada como uma epidemia é necessário avaliar o número de casos em relação à população em que há ocorrência – qual o tamanho dessa população? O quão suscetível à doença ela é? Outros critérios técnicos como detalhes da região em que os casos foram detectados e o período em que se iniciaram e estão ocorrendo são importantes tanto para a classificação quanto para a descrição da doença.
É importante também especificar que doenças sazonais, em que os casos crescem todo ano em uma determinada época ou estação, não são consideradas epidemias.
Exemplo: vamos supor que o mesmo exemplo de Dengue usado acima comece a se agravar, passando de um único bairro para vários bairros de uma cidade. Essa cidade, então, terá uma epidemia de Dengue e precisará intensificar os cuidados para controlar a doença e impedir a transmissão para os bairros ainda não contaminados.
O que é pandemia
Uma pandemia é a disseminação mundial de uma doença (epidemia). Ela pode surgir quando um agente infeccioso se espalha ao redor do mundo e a maior parte das pessoas não são imunes a ele.
Em uma escala de gravidade, a pandemia é o pior dos cenários porque ela se estende a várias regiões do planeta. Mas quando uma doença é classificada como pandemia, não necessariamente significa que a situação é irreversível e nem que ela deva ser encarada pela população mundial como um “alerta de medo”. Também não quer dizer que o agente da doença, seja ele um vírus ou qualquer outro patógeno, tenha aumentado o seu poder de ameaça.
O que muda são as medidas adotadas pelas autoridades no combate à doença. No caso de uma pandemia, o protocolo de ação é outro e deve ser respeitado não só pelos países afetados mas também pelos que ainda não registraram casos do vírus. A abordagem em pandemias deve ser um conjunto de ações integradas, em que governo em parceria com a sociedade trabalham juntos na contenção da doença.
Exemplo: A Gripe Suína (ou Gripe A) passou de epidemia para pandemia no ano de 2009, quando a OMS passou a registrar casos da doença em todos os continentes do planeta
Estas são as características da abordagem que versa a OMS para que uma doença seja classificada como Pandemia
Ao descrevermos todas as situações sobre o que interfere na saúde do ser humano para que possamos entender ao quadro evolutivo de um agravo que tem seu inicio desde um simples surto até chegar a ser classificada como pandemia, tem que ter uma analise muito criteriosa diante dos fatos que extrapolam a compreensão de que está presente em muitos paises ao mesmo tempo.
E, somente com a ação conjunta da comunidade mundial é que poderemos realizar esse tipo de enfrentamento a um determinado agravo que pode estar presente como é o caso das doenças que podem ser transmitidas pelo vetor Aedes aegypti.
Não somos contra a OMS/OPAS/MS, porque tem suas diretrizes baseadas em informações diretas dos paises que estão sob a sua égide. Mas, não somos a favor da continuidade de uma politica que vem sendo desenvolvida em cima de vários agravos onde a metodologia aplicada está trazendo mais malefícios do que benefícios. Como é o caso da metodologia que está sendo aplicada no controle ao Aedes aegypti a nível em epigrafe.
Por causa dessa informação que estamos repassando é que colocamos todas as nuances sobre o que é uma doença, surto, endemias, epidemias e pandemias. Foi, justamente para esclarecer que aquilo que vem acontecendo de agravos em mais de 130 paises no caso da presença do Aedes aegypti, é o que?
Os critérios elencados neste material é uma clara evidencia que existe uma politica de sabotagem para os paises em desenvolvimento, pois são os quais estão à mercê de compra de veneno, agrotóxico, inseticida e medicamentos para a sua população enfrentar os agravos que podem ser transmitidos pelo Aedes aegypti.
Como alcançar eficiência, eficácia e economia diante de uma realidade que leva o Aedes aegypti a mais adaptabilidade diante da atual metodologia
É, justamente pensando nesse enfrentamento diante das mazelas sociais que são transmitidas pelos Aedes aegypti, visto que, seus agravos estão presentes em mais de 130 paises, com possibilidade de desenvolver a entrada de outros vírus que podem ser transmitidos por sua espécie. O desenvolvimento de novas estratégias que buscam a efetiva atividade de controle que se encontra dentro do inconsciente das pessoas. Visto que, essas informações já estão no subconsciente desde sempre como é o caso das atividades de Reconhecimento Geográfico, que está no DNA do ser humano a localização do tempo/espaço.
E, como já temos essas informações, desenvolvemos as habilidades para encontrar o melhor caminho para realizar o controle ao Aedes aegypti, com novas estratégias fundamentalmente esta que estamos lançando “Novas Estratégias de Reconhecimento Geográfico para os municípios brasileiros”.
Estas novas estratégias visam fundamentalmente a eficiência, eficácia e economia, pois a grande maioria dos municípios onde está presente o Aedes aegypti, não tem condições financeiras para realizar um enfrentamento ao Aedes aegypti de acordo com as metodologias que estão sendo aplicadas atualmente.
Além de que ao mesmo tempo em que apresentamos essas novas estratégias sobre Reconhecimento Geográfico, estamos apresentando o “Manual das Novas estratégias de controle ao Aedes aegypti”.
O desenvolvimento dessas novas estratégias são baseadas nos insight que o ser humano já desenvolveu durante esses mais de 30 anos lutando contra o Aedes aegypti.
A partir do lançamento desses dois livros todos os municípios terão possibilidade de colocar em prática essas estratégias que buscam maior economia na área de saúde pública aos municípios. E, a confiabilidade no controle vetorial ao Aedes aegypti.