As “Novas estratégias do controle ao Aedes aegypti” é a solução mais econômica didática, pedagógica e lúdica que está sendo apresentada a população através do Calendário Ecoepidemiológico e Check List (BOLETIM INFORMATIVO 006/2021)
As “Novas estratégias do controle ao Aedes aegypti” é a solução mais econômica didática, pedagógica e lúdica que está sendo apresentada a população através do Calendário Ecoepidemiológico e Check List
1 - Como utilizar o Calendário Ecoepidemiológico
O Calendário Ecoepidemiológico é de fácil entendimento visual. Trabalhamos com Semanas Epidemiológicas por se tratar de Código Epidemiológico/Sanitário Internacional.
Existe hoje um consenso internacional sobre um período de tempo padrão para agrupar mortes e outros eventos epidemiológicos, conhecidos como semana epidemiológica. A divisão dos 365 dias do ano em 52 ou 53 semanas epidemiológicas constitui o chamado calendário epidemiológico.
Para calcular a semana epidemiológica que devem iniciar no domingo e terminar no sábado. A primeira semana epidemiológica do ano termina, por definição, no primeiro sábado de janeiro, desde que caia pelo menos quatro dias no mês, mesmo que isso signifique que essa primeira semana comece em dezembro.
Portanto, enquanto a semana para a maioria das pessoas se inicia na segunda feira para a área de saúde a semana epidemiológica se inicia no domingo e termina no sábado.
E, neste calendário denominado de Calendário Ecoepidemiológico, que esta na cor verde no sábado, é porque as informações ecológicas sobre o vetor Aedes aegypti, poderá ser trabalhado pela maior parte das pessoas nos sábados quando estiver em casa ou mesmo no domingo, para que corte o tempo/espaço de proliferação do Aedes aegypti em qualquer tipo de ambiente ou território, onde há a possibilidade desse vetor de fazer sua metamorfose de ovo, larva, pupa e mosquito adulto de 05 a 07 dias. Por isso, utilizamos 07 de a 07 dias da semana o controle.
2 – Como utilizar o Check List de controle ao Aedes aegypti
O ser humano tem uma deficiência quanto ao espaço/tempo, pois mesmo que nossa memória seja prodigiosa, é impossível gravar tudo que está a nossa volta sem ter anotados todas as informações que podem servir de base de dados para uma certeza que nós parece óbvia, mas nunca vai ser uma realidade, porque ao ver um objeto parece que verificamos tudo ao nosso redor, mas na verdade se não anotarmos todos os criadouros, ficaremos somente na suposição de que de fato existem vários criadouros em nossa casa, mas que sabemos aproximadamente. Mas, o correto é ter a certeza para que seja analisado sobre a luz da ciência para que não possamos cometer erros no quantitativo e qualitativo de criadouros existentes dentro de nossos imóveis. Pois, o Aedes aegypti, somente sabe se aproveitar de um vacilo nosso para perpetuar a sua sobrevivência, e ao esquecermos que existe um simples criadouro sem estar anotado pelo ser humano, é nesse criadouro que ele vai colocar seus ovos e proliferar todo um território.
Por isso, é importante cortar essa transformação do que é invisível ao olho nú, o ovo do Aedes aegypti, nós sabemos que existe no meio ambiente, mas onde fica ele depositado?
É, importante saber diferenciar a metodologia que está sendo utilizada hoje (10/12/2021) ortogada pela OMS, OPAS, Ministério da Saúde, SES e SMS, que tem sua fala durante esses mais de 20 anos focada nas informações orquestrada, por essas instituições que deixaram chegar ao ponto de termos todos os 141 municípios do estado de Mato Grosso, os 5.570 municípios do Brasil e mais de 130 países no mundo com presença do Aedes aegypti, porque seguiram ao pé da letra essas instituições que defendem o uso em larga escala de medicamentos e a utilização de toneladas de veneno no meio ambiente.
Foi por isso que fui contra a Cúpula do Exército Brasileiro em voltar a utilizar o veneno em larga escala em nosso país no controle ao Aedes aegypti.
Além dessa arcaica metodologia aplicada por essas instituições que recebem essas informações das cabeças acefala dessas instituições, que a tendencia é ir de mal a pior. Pois, em Saúde Pública não funciona esse tipo de informação. Mas, eles querem empurrar guela abaixo para vender mais medicamentos e mais veneno.
Portanto, quando apresentamos as “Novas estratégias de controle ao Aedes aegypti” estamos indo de encontro dos interesses dos multinacionais a nível mundial. Pois, ao utilizar o Check List, como estratégia de controlar o Aedes aegypti, não vai precisar de veneno e nem de medicamentos.
Na verdade, o que está em jogo aqui neste projeto não é a questão de utilizar ou não essas novas estratégias. E, sim o que queremos fazer ao ser humano, o bem sem ver a quem, através da pratica de um projeto que não utiliza veneno e consequentemente não iremos precisar de medicamentos. Ou, seguir o bula do SBP, Tilenol e outros.
Para isso é importante ter o conhecimento sobre o que significa o Calendário Ecoepidemiológico, sobre o Chec List sobre os criadouros do Aedes aegypti que existem em nossas casas. Pois, não são apenas os criadouros que contenham água. E, sim todas as espécies de criadouros que hoje está dentro de sua casa e amanhã poderá estar no lixo ou fundo de sua residência.
O Chec List, foi criado para preencher uma lacuna que o ser humano utiliza na sua vida, que é os 05 sentidos. Pois, se nós não preenchermos mais de 50% (cincoenta por cento) de nossos sentidos, nunca poderemos repassar essas informações de nosso consciente para o subconsciente e de nosso subconsciente para o nosso inconsciente. Visto que, quando utilizamos essas informações é porque elas foram totalmente assimiladas pela consciência, subconsciência e estão aptas a serem utilizadas pelo nosso inconsciente que nada mais é do que o nosso corpo fazer sem perceber essas ações que foram assimiladas pelo nosso organismo.
Essas são informações que nos cursos e treinamentos do controle vetorial nós nunca recebemos porque os acéfalos achavam que sabiam tudo sobre o controle do Aedes aegypti. Realidade presente em 130 paises.
Check List de controle ao Aedes aegypti
O mais importante que existe no Check List de controle ao Aedes aegypti, é a distribuição em apenas três tipos de criadouros em qualquer ambiente de qualquer território. Seja em nossa casa, nossa quadra, nosso bairro, nossa cidade, nosso estado, nosso país e, em qualquer parte do Planeta.
Todos os criadouros que existem aqui em nosso país, são os mesmos que existem em qualquer país que serve para a proliferação do Aedes aegypti. Que com as constantes idas e vindas do ser humano na face da Terra, ele sempre poderá estar levando para outro ambiente o ovo do Aedes aegypti. Visto que: para esse vetor não interessa que os tipos existentes de criadouros na face da Terra um dia vai haver água ou não. A questão para ele é sua adaptabilidade de sobrevivência, seja no ambiente seco ou molhado, dentro ou fora da casa do ser humano.
Portanto, essa é a estratégia que pode ser utilizada por qualquer pessoa uma vez por semana com apenas 10 minutinhos por semana para cortar o ciclo evolutivo do Aedes aegypti em qualquer ambiente. Além de que está distribuído por apenas três (03) tipos de categoria que qualquer pessoa pode identificar dentro de qualquer território, que são criadouros: Acessíveis, Inacessíveis e outros tipos de criadouros. Pois são esses criadouros que está na cabeça e já está no inconsciente do ser humano. E, que deverão ser utilizadas nessas “Novas estratégias de controle ao Aedes aegypti” que ainda não está sendo utilizada. Então o ACE/ACS tem que ter essas mesmas informações em sua rotina de trabalho para falar a mesma linguagem da população.
3 – A mesma Linguagem do ACE/ACS deve ser igual da população que sabe controlar o Aedes aegypti
A partir do momento que ACE trabalhar com os criadouros Acessíveis, Inacessíveis e outros tipos de criadouros, ele estará falando a mesma linguagem lógica que a população sabe o que é, e como fazer o controle ao Aedes aegypti.
Até o momento estamos trabalhando com informações que a população desconhece. A1, A2, B, C, D1,D2 e E. Essas informações são as quais a sociedade não convive com elas. As mesmas já sabem que os criadouros são aqueles que elas tem acesso, as quais não tem acesso. Vê na mídia falada e escrita, que ainda não compreendeu como passar essas informações para que surta os efeitos desejados junto a população.
Pelo fato das informações dos ACE/ACS, serem iguais aos da população é possível, realizar essas “Novas estratégias de controle ao Aedes aegypti”, conforme esses criadouros estão sendo visto pela população de qualquer território.
Os municipios que realizarem essa estratégia estarão tirando e retirando a possibilidade de proliferação do Aedes aegypti sem utilizar veneno e com isso economizando medicamentos para essa população.
4 – Como utilizar essa TECNOLOGIA SOCIAL sem realizar grandes investimentos na área de Saúde Pública
Tudo que se trata de TECNOLOGIA SOCIAL, tem seu custo benefício. Para realizar essa atividade implementada com TECNOLOGIA SOCIAL, é necessário ter pelo menos um TABLET para cada AGENTE realizar o levantamento de dados sobre a presença de todos os criadouros que estão presente nos imóveis. Mas, na falta de um TABLET isso também é possível, pois os boletins além de serem auto somáveis, ele tem a propriedade de ser utilizado no TABLET e no computador e manualmente.
Mas, se utilizarmos essa estratégia manualmente será mais difícil termos as informações sobre os dados que possuem nesse Boletim com informações não somente com os dados dos criadouros. Mas, também com informações sobre a demografia, agravos das doenças que podem ser transmitidas pelo Aedes aegypti. Agravos que podem ser trabalhados em conjunto com os ACS e a Atenção Primária. Bem como as doenças que são de difícil controle hoje em dia como exemplo: Hanseníase e Tuberculose.
Portanto, o Boletim Diário das “Novas estratégias de controle ao Aedes aegypti”, chegam para dinamizar as atividade e valorizar as atividades de porta de entrada da área de saúde pública coletiva dentro de qualquer comunidade.
E, o que pode agilizar essas informações para planejamento da área de saúde pública é a utilização do TABLET.